sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Vencedores do Prêmio Atualidade Cosmética
sábado, 31 de outubro de 2009
Macrolane: para um peito revolucionário
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A Beleza e seus infelizes

Toda mulher pode ser bonita. Bastam 15 minutos diários e 5 dólares ao ano em creme facial. "Helena Rubinstein fez esta afirmação em 1902, ao lançar na Austrália seu Crème Valaze, produto que inaugurou o primeiro e um dos maiores impérios do setor de beleza, consolidado a partir de 1915, quando a empresária mudou-se para Nova York, onde viveu milionária numa cobertura decorada com obras de Dalí, Matisse e Picasso.
Já vai um século desde que Rubinstein fez essa propaganda enganosa. Desde então, a milionária indústria alimentada pelo sonho da beleza só fez crescer. É um negócio que movimenta bilhões de dólares por ano em todo o planeta. A receita dessa indústria no Brasil, contando apenas produtos de higiene, cosméticos e perfumaria, foi de 7,5 bilhões de reais no ano passado, quase 14% mais que os 6 ,6 bilhões de reais de 1999.
Desde o começo dos anos 90, circulou 73% mais dinheiro nesse setor no Brasil. Apenas a Avon, líder mundial em venda direta de cosméticos, teve aqui faturamento de 1,9 bilhão de reais em 2000. Com sede em Nova York e dezoito fábricas em quinze países, a empresa tem faturamento líquido de 5,7 bilhões de dólares ao ano.
No campo das intervenções cirúrgicas com fins estéticos o Brasil só perdeu, em 1999, para os EUA. Em 1994 foram 5 mil cirurgias plásticas em jovens entre 15 e 25 anos. Em 1999, subiram para 30 mil. Crescimento vertiginoso de 600%. No ano passado, foram mais de 400 mil cirurgias plásticas, a ponto de os que lucram com as ilusões alheias aguardarem a aprovação do Banco Central para consórcios desse tipo de cirurgia.
Na área de suplementos alimentares (que a maioria consome mais com preocupações estéticas que de saúde) os números também são altos. Esse mercado tem receita anual de 17 bilhões de dólares nos EUA e de 1,5 bilhão de reais no Brasil.
Relações entre peso e beleza também revelam a dimensão da histeria estética. Vinte anos atrás uma top model pesava 8% menos que a média das mulheres. Hoje a diferença saltou para 25%. Em estudo recente, a pesquisadora americana Patricia Owen concluiu que quase metade das mulheres da Playboy e um terço das 500 modelos pesquisadas em sites de agências estavam dentro dos critérios internacionais de desnutrição e de peso perigosamente reduzido.
A obsessão pela aparência é hoje uma das principais causas de estresse e ansiedade, tornando infelizes e deprimidas pessoas saudáveis que não atingem o padrão de beleza que a sociedade exige. Beleza inalcançável, já que especialistas afirmam que parcela mínima da população mundial (entre 5% e 8%) tem estrutura física para tanto.
A historiadora Mary Del Priore resume o desatino dessa cultura narcisista. "Com a tirania da perfeição física, todos querem participar da sinfonia do corpo magnífico, quase atualizando a intolerante estética nazista. Numa sociedade de consumo, a estética surge como motor do bom desenvolvimento da existência, e a feiúra é vivida como um drama."
E um drama de resultados sinistros. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a bulimia e a anorexia são as principais causas de morte de mulheres jovens (entre 11 e 20 anos) em todo o mundo. De cada dez casos, dois são fatais. São doenças próprias de um mundo devotado à superficialidade. O bulímico ingere grande quantidade de comida para depois provocar o vômito que o livrará da nutrição indesejável. O anoréxico é dominado por um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magro, e por isso se submete à fome contínua. Nos Estados Unidos, uma em cada 100 meninas é anoréxica. No Brasil, uma em cada 250.
Recentemente pesquisadores entrevistaram 548 meninas de 11 a 18 anos em Boston, EUA. Mais de dois terços admitiram ver modelos como Kate Moss e Claudia Schiffer como padrões de beleza. Apenas 29% estavam acima do peso, mas 66% queriam emagrecer. Metade declarou ler revistas de moda de duas a cinco vezes por mês, além de manifestar desejos estéticos irreais para as possibilidades de seus corpos.
A historiadora Joan Jacob Brumberg, em seu The Body Project - An Intimate History of American Girls, relatou as angústias e traumas das jovens americanas com a própria aparência desde 1830. "A diferença é que, no século passado, as garotas não organizavam suas vidas em torno de seus corpos. Hoje há uma substituição do bom comportamento pela boa aparência."
Brumberg corrobora a afirmação com dois trechos retirados de diários de adolescentes. Em 1892, uma menina prometia obrigar-se a "não falar sobre mim ou meus sentimentos, pensar antes de falar, trabalhar seriamente, ser contida em conversas e ações, não deixar meus pensamentos vagarem e me interessar mais pelos outros". Em 1982, as promessas de outra adolescente foram bem diferentes. "Perderei peso, comprarei novas lentes, terei um novo corte de cabelo e roupas novas."
Uma pesquisa sobre a revista Nova, realizada pela antropóloga Lara Deppe, ajuda a entender o crescimento vertiginoso da indústria da beleza. Mostra como se construiu socialmente a legitimação das preocupações com o corpo e a beleza. O que antes era futilidade, virou causa de vida e morte. "Na década de 70, médicos e cientistas mostravam nas páginas da revista a importância da beleza física para manter a saúde mental. O cuidado com a aparência foi cientificamente justificado, migrando do terreno da vaidade para o da necessidade física e mental".
Antes atributo da natureza, agora a beleza deve ser conquistada, e é necessário gastar muito para isso. Exemplo dessa mudança de mentalidade é a gaúcha Juliana Borges, que passou por dezenove cirurgias plásticas antes de tornar-se miss Brasil 2001.
A indústria da beleza vive e prospera num vácuo emocional e espiritual que o pensador norte-americano Cornel West chamou de "grande desesperança". É o culto ao invólucro tornando-se o próprio sentido da vida. Vencido o ideal de busca de equilíbrio entre corpo e mente, restou apenas o corpo, instaurando-se a corpolatria. Há estreita ligação entre busca da beleza e frustração sexual, tal como estudada por Wilhelm Reich, para quem nossa miséria sexual era o maior dos nossos males. Ser belo é ter acesso ao sexo que se deseja, é a mensagem subliminar mais comum nas propagandas.
O culto à beleza também incentiva sentimentos pedófilos. São inúmeras as meninas que vendem sua imagem para revistas e tevês, desfilando corpos virginais por passarelas do Brasil e do mundo. Exemplo é a catarinense Poliane Marcel, que recentemente debutou no São Paulo Fashion Week com 13 anos, idade mais apropriada para estar num banco escolar.
Segundo a cientista e psicóloga Nancy Etcoff, a busca da beleza não é uma construção cultural, tampouco uma invenção do mundo da moda, mas parte essencial da natureza humana, fato pelo qual todas as civilizações reverenciaram a beleza, perseguindo-a com mais ou menos ênfase. Isso é fato. A diferença é que a beleza nunca foi tão fundamental quanto hoje, e nunca uma indústria valeu-se de modo tão ostensivo do desejo profundo das pessoas em se identificar com o que há de mais belo segundo os padrões vigentes.
Na Idade Média, por exemplo, os níveis de exigência estética em relação à mulher eram bem baixos. Apenas com o Renascimento o ideal greco-romano de beleza voltou a vigorar e foi se construindo uma cultura em que a beleza tem lugar preponderante, para atingir o ápice em nossa atual sociedade de consumo. E nunca a beleza esteve tão inserida num contexto de luta darwinista pela sobrevivência como agora, em que ser belo é ter maiores chances de vitória na vida. Seja de que modo for e a qualquer preço.
Recentemente, a promotora de Justiça Luiza Nagib Eluf escreveu artigo apontando para o grande poder dos meios de comunicação globalizados de influenciar pessoas e gerar obsessões coletivas, como a de buscar uma beleza inatingível. "Com a neurose estética, a vida perde sentido. Os neuróticos agem como se a felicidade, o amor, a emoção, tudo dependesse exclusivamente do corpo e de sua adequação aos padrões de beleza impostos globalmente. Mas por mais que se cuide da aparência física, o ser humano reflete o que lhe vai no interior, e não há maquiagem que embeleze uma alma atormentada." A indústria da beleza sabe perfeitamente disso, mas jamais tocará no assunto ao fazer suas propagandas enganosas.
www.revistaforum.com.br
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Pesquisa traça os problemas de pele dos brasileiros
A acne é um dos principais vilões da pele que geralmente causa vários transtornos na adolescência.
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O problema está quando ela continua na fase adulta. Em uma pesquisa divulgada pelo Projeto DermaBrasil, ela foi citada pela maior parte dos entrevistados, 1500 homens e mulheres de todas as idades, de 11 cidades brasileiras.
Para o dermalogista Omar Lupi, dois fatores contribuem para isso. "Se o brasileiro depois dos 35 anos ainda sofre com a acne, temos duas explicações: eles utilizam produtos incorretos para sua pele, facilitando ainda mais o aparecimento das espinhas, ou sofrem por não ter procurado tratamento mais cedo", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Assim como Lupi, a pesquisa indica que o brasileiro não busca a prevenção. Segundo o estudo, o brasileiro só vai ao dermatologista pela primeira vez após os 26 anos, em média, idade avançada para prevenção de problemas. "É tarde, pois a acne e o câncer de pele, este por conta dos efeitos acumulativos do sol, já aconteceram nesta idade", ressalta.
Para se ter uma ideia, 88,6% dos entrevistados só procuram o dermatologista quando estão com algum problema de pele, como manchas e micoses, por exemplo. Apenas 2,1% buscam um profissional por razões estéticas. Outra questão ressaltada pelo presidente e a pesquisa é como o brasileiro classifica a própria pele. Para as mulheres mais jovens, a pele tende a ser sempre mais oleosa ou mista. Já os homens de quase todas as idades sentem que sua mais oleosa. "Vale lembrar que a população classifica sua pele por conta própria e, a partir daí, compra produtos indiscriminadamente. O resultado disso são alergias, irritações e a questão de intesificar problemas já existentes", alerta.
Com tantas opções no mercado, homens e mulheres preferem produtos de acesso mais rápido, sem a indicação de um profissional. Oito em cada dez brasileiros afirmam utilizar algum produto para cuidar da pele. E na maior parte da compra, o critério utilizado é indicação de familiares e amigos. O hidratante para o corpo é o preferido da listinha de cosméticos.
Maurício Pupo, especialista em cosmetologia, alerta para o uso de cosméticos sem indicação médica. "Existem ingredientes que, quando em contato com a pele, podem trazer prejuízos ao consumidor como, por exemplo, irritações e alergias cutâneas, até mesmo doenças mais graves, como o câncer". Veja alguns componentes você deve observar nos rótulos:
Uréia: bastante usada pela sua eficácia e preço baixo. É extremamente proibida para grávidas, pois penetra profundamente na pele e pode chegar a placenta, prejudicando o feto. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina que todas as vezes que um produto tiver na sua composição a uréia em dosagens maiores que 3%, o mesmo deve conter no rótulo o seguinte alerta: "Não Utilizar Durante a Gravidez".
Parabenos: conforme estudo publicado em janeiro de 2004 no Journal of Applied Toxicology, o uso de parabenos em produtos cosméticos destinados à aplicação na área axilar (como desodorantes, por exemplo) deve ser reavaliado, pois estudos recentes levantaram a hipótese de que o uso dele nessa região pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama. Os parabenos podem ser identificados nas formulações dos cosméticos e desodorantes com diversas nomenclaturas: Parabens, Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben.
Conservantes Liberadores de Formol: o formol faz muito mal para a pele, mas o que a grande maioria das pessoas não sabem é que muitos cosméticos utilizam na formulação alguns tipos de conservantes que produzem e liberam formol na pele. Além da já conhecida toxicidade do formol, um estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Universidade de Debrecen, Hungria e publicado no periódico "Experimental Dermatology", em maio de 2004, revelou que o formol pode contribuir para o aparecimento de câncer induzido pela radiação ultravioleta do sol. Nomenclatura dessas substâncias: quatérnium-15, diazolidinil hora, imidazolidinil uréia e DMDM hidantoína.
Propilenoglicol: um estudo realizado com na Universidade de Göttingen, Alemanha e publicado no periódico "Contact Dermatitis", em novembro de 2005, confirmou o potencial para causar alergias do propilenoglicol, confirmado por um outro estudo realizado no Departamento de Dermatologia do Hospital Osaka Red Cross, Japão e publicado no periódico "International Journal of Dermatology", também em 2005. Para saber se o seu produto cosmético contém propilenoglicol na composição, verifique a palavra propylene glycol no rótulo traseiro da embalagem.
Por Juliana Lopes
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Peeling de Alcaçuz
Para todos aqueles que almejam a tão desejada pele de bebê,ou seja, sem manhas, rugas, linhas de expressão e cicatrizes de acne e precisam de uma solução rápida para estes problemas
Normalmente são realizadas 4 sessões uma vez por semana. A sessão com ácido é intercalada com a sessão de revitalização com despigmentante. O procedimento tem duração de uma hora e também é recomendado o uso de um creme despigmentante noturno em casa.
O objetivo do Peeling de alcaçuz é remover a capa córnea, estimulando a formação de novos tecidos, melhorando a textura da pele com hipercromias, que, melhora a absorção de ativos.
Mas tem que correr, pois por ser muito agressivo, este peeling só pode ser feito no inverno. Não pode tomar sol e é extremamente necessário o uso de protetor solar diariamente.
O único inconveniente é que, ao contrário dos peelings físicos, a pessoa fica durante 48 horas com a pele avermelhada e despelando por mais ou menos 3 dias.
Todo esforço vale muito a pena, afinal sofrer um pouquinho por três dias compensa meses de pura beleza e jovialidade.
Passo a passo da 1ª e da 3ª sessão (Peeling)
1º higienização com gel de limpeza para retirar as impurezas.
2ª pré-peeling de pérola: um pad (lenço) embebecido em solução de gluconolactona e ácido glicólico, é passado no rosto durante 5 minutos.
3º O Peeling de Alcaçuz é aplicado por todo rosto, nele contém ácido tartárico, málico, pirúvico, licorice e belides. Deixa agir até causar eritemia ou por no máximo 15 minutos e é removido com água.
4º É aplicado um clareador e rejuvenescedor, contendo ácido mandélico, salicílico, kógico, belides e adenina, com objetivo de melhorar o aspecto geral da pele, que fica revitalizada e iluminada. A pessoa fica com ele durante 4 horas e retira com água em casa.
5º protetor solar
Passo a Passo da 2ª e 4ª sessão (Revitalização)
1º higienização com gel de limpeza para retirar as impurezas.
2ª Revitalização com uma solução ionizável. É espalhada por toda a pele essa solução e ionizada durante 5 minutos para que esse produto penetre nas camadas mais profundas da pele.
3º Uma máscara é aplicada em todo rosto e deixada por 20 minutos.
4º É aplicado por todo rosto um clareador e rejuvenescedor com objetivo de melhorar o aspecto geral da pele, revitaliza e ilumina. A pessoa fica com ele durante 4 horas e retira com água em casa.
5º protetor solar.
Benefícios
·Melhora de rugas e linhas de expressão;
·Diminui poros dilatados;
·Cicatrizes de acne;
·Estimula a formação de colágeno e elastina;
·Afina a pele;
·Remove as células velhas e promove uma renovação celular;
·Remove manchas;
O valor varia de R$100,00 a R$150,00 cada sessão.
Contra Indicação
·Não pode ser realizado em peles negras;
·Não pode ser relaizado em acne ativa.
Redação www.eAgora.com.br


